Eu chorei
Pela primeira vez na minha vida
Quando nossa vida se complicou
Éramos então duas crianças
Cheias de vida e de esperança
Lembro-me bem do teu olhar espantado
Quando te roubei um beijo bem roubado
E uma lágrima dos olhos me rolou
Eu chorei
Pela segunda vez na minha vida
Quando minha vida desmoronou
Tínhamos então mais vinte anos
Mágoas, saudades, desenganos
Lembro-me bem do teu olhar esquisito
Quando te olhei surpreso e muito aflito
E uma lágrima dos olhos te rolou
Eu chorei
Pela terceira vez na minha vida
Quando minha vida se acabou
Ia pela rua amargurado
Quando ouvi bem o teu chamado
Lembro-me só que já fugira a meiguice
Do teu lindo olhar agora era a velhice
E uma lágrima dos olhos nos rolou
sábado, 11 de setembro de 2010
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Mas não faz mal
É tão normal ter desamor
É tão cafona sofrer dor
Que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
tirou partido de mim
abusou...
mas me perdoem, se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema
Ou canção que fale de outra coisa que
Não seja o amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou...
É tão normal ter desamor
É tão cafona sofrer dor
Que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
tirou partido de mim
abusou...
mas me perdoem, se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema
Ou canção que fale de outra coisa que
Não seja o amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou...
não é mais meu.
Me dê tua mão que eu aprendo, difícil foi desaprender por onde eu andei
Foi tão triste que quase não deu pra te ver
Não peça tão já meu sorriso, dê tempo pra eu me entender e tudo que é teu meu amigo
é meu porque tinha que ser.
Me abraça, me aperta em teu peito quem sabe eu consiga esquecer.
E o que me matou não é mais meu e eu vivo pra não mais morrer.
Foi tão triste que quase não deu pra te ver
Não peça tão já meu sorriso, dê tempo pra eu me entender e tudo que é teu meu amigo
é meu porque tinha que ser.
Me abraça, me aperta em teu peito quem sabe eu consiga esquecer.
E o que me matou não é mais meu e eu vivo pra não mais morrer.
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