quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ele foi embora

De novo, mais uma vez.
Ele dizia sempre que eu era a pessoa que mais o conhecia, até mais do que ele poderia conhecer.

Não posso fazer ele ficar, não sou mais o que faria ele feliz, eu acho.
Não posso travar a vida dele como eu fiz antes, ficar ligando como antes.
Nem abraçá-lo, nem beijá-lo como eu gostaria.
Ele vai embora mais uma vez.
E eu imbecil, mais uma vez fico aqui escrevendo palavras e versos tortos por causa dele. Por culpa dele.

Ele não acredita, talvez nunca mais vai acreditar no que eu possa falar à ele.
Eu o conheci, senti o calor de seus braços, o perfume de sua pele e o doce de teus lábios. Mas nunca fui boa para fazê-lo ficar.

Eu o encontrei, mas ele não me encontrou.
Não me olhou.

E o que me resta é escrever aqui, encaixar melancolicamente o que Hélio Flanders já disse um dia.
Que não há remédio, não há cigarro, que acalme o diabo de pensar no que a gente poderia ser.

Não teria como eu encerrar, se não fosse com a nossa banda, não é mesmo John ?

sexta-feira, 27 de abril de 2012

simplicidade

Ela chega, coloca um filme e deita-se ao lado dele. E ali, o mundo pára. Não é amor, não é paixão. Na verdade é simples. Tudo ali é simples. "Seu sorriso parece com o dela, só que mais real." Você me traz paz. Acho que é isso. Paz. Não é paixão. Não é amor. É simples. Apenas uma paz. De estar do lado de alguém que não tem medo. Medo de errar. Felicidade instantânea. Quando você percebe que está bem, leve e alegre. "Eu gosto de você" "Eu também, você me faz me sentir bem" "Você também" "Ainda bem" "É"

segunda-feira, 16 de abril de 2012